Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de abril de 2012

Testes de Gravidez

O dia da surpresa

É muito comum, nós aqui do Planeta Bebê, recebermos e-mails com as mais variadas dúvidas sobre testes de gravidez. As perguntas são mais ou menos assim: "Como posso saber se estou grávida?", "Teste de gravidez é confiável?", "Com quantos dias posso fazer o teste de gravidez?", "Já fiz um teste de gravidez, deu negativo e minha menstruação ainda não veio. Preciso repeti-lo ou faço o exame Beta HCG?", "Quanto custa o teste de gravidez de farmácia?", e assim por diante.

Se você é uma daquelas mulheres que não consegue esperar o dia da consulta para saber se já é mamãe, e quer fazer um teste de gravidez, aqui você vai encontrar tudo explicadinho, tim-tim por tim-tim.

Existem duas formas de saber se você está grávida. O primeiro é comprando um teste de gravidez de farmácia e o segundo é indo a um laboratório de análises clínicas para fazer o teste.

A amostra geralmente utilizada nos laboratórios, para detectar o hormônio da gravidez, o HCG, é a urina. A mais indicada é aquela que é colhida pela manhã, por conter uma maior concentração do hormônio. Mas também há a opção de se realizar o teste analisando-se uma amostra de sangue.
Já o teste de gravidez de farmácia, aqueles que se faz em casa, analisa somente a urina e da mesma forma, o recomendável é fazê-lo pela manhã, embora nas instruções dos testes esteja dito que se pode fazer a qualquer hora do dia.

Muitas mulheres, ansiosas em descobrirem se estão ou não grávidas, acabam por fazer o teste de gravidez antes do atraso menstrual, ou seja, na época errada, e provavelmente o mesmo irá acusar um resultado negativo, pois o nível do hormônio HCG contido na urina ainda estará muito baixo, podendo não ser detectado por alguns testes. Conforme as recomendações dos especialistas, é importante ler atentamente as orientações da bula antes de fazer o teste de farmácia em casa, pois assim a mulher terá certeza que o resultado obtido será verdadeiro. O teste de gravidez, se realizado na época certa, e da forma correta, é mais de 99% confiável.

O dia ideal para realização do teste de gravidez vai depender da sensibilidade do mesmo. Quanto maior a sensibilidade, maior a chance de detectar o hormônio HCG na urina.
Existem testes que identificam a presença de gravidez antes da data prevista para a menstruação chegar, e outros são feitos para serem realizados a partir do primeiro dia de atraso menstrual.
O que você pode fazer, é telefonar ou ir até à farmácia, ou ao próprio laboratório, e perguntar qual é a sensibilidade do teste de gravidez que eles oferecem, e qual é o dia ideal para realizá-lo.

Com base na resposta, você já poderá saber se dá fazer o teste ou se terá que aguardar mais alguns dias. Se for preciso aguardar, observe se os sintomas característicos da gravidez ocorrem com você, como por exemplo ausência da menstruação, náuseas ou vômitos, seios doloridos e inchados, escurecimento das aréolas, aumento da frequencia urinária, pequena elevação da temperatura corporal, fadiga e mal estar, tendo sempre em mente que cada organismo reage de maneira diferente, podendo algum destes sintomas não estar presente ou surgirem outros.

Se o teste de gravidez, tanto de farmácia, como de laboratório, acusar um resultado positivo, você deverá marcar imediatamente uma consulta com seu médico para iniciar seu pré-natal. Agora, se o teste apresentar um resultado negativo, mesmo depois de repeti-lo após alguns dias, e os sintomas continuarem - principalmente a ausência da menstruação - , ou houver sangramento anormal, a visita ao médico se torna ainda mais necessária.

Nos testes de gravidez de farmácia o resultado pode ser obtido em 3 a 10 minutos, dependendo da marca, e a leitura é visual.
Eles funcionam da seguinte forma: Após mergulhar a ponta absorvente na urina por alguns segundos ou minutos, faz-se a leitura. Se apenas uma linha for visualizada, significa "Não grávida", duas linhas significa "Grávida" e nenhuma linha quer dizer que o teste foi inválido, ou seja, que não funcionou e deve ser repetido.


A recomendação é realizá-lo a partir do quinto dia de atraso menstrual, embora nas instruções dos testes esteja dito que se pode fazer a partir do primeiro dia de atraso, ou até mesmo antes. Isso é necessário para se ter maior segurança, pois se o teste for feito antes de 5 dias de atraso menstrual, o mesmo pode acusar um resultado falso-negativo.
O preço varia de R$5,00 a R$40,00, dependendo da marca e sensibilidade, e eles podem ser encontrados na forma de tiras ou leitores.
A precisão da maioria deles é superior a 99%, se consideradas as observações acima e se as instruções da bula forem seguidas corretamente.

Nos testes de laboratório o resultado geralmente é entregue no dia seguinte.
Ele é feito por determinação quantitativa e qualitativa da gonadotrifina coriônica humana, fração beta (b-hCG), em soro ou plasma.
A recomendação é realizá-lo pela manhã, podendo ser feito assim que for necessário.
O preço varia de R$20,00 a R$50,00, dependendo do laboratório.
Sua precisão é de 100%, se consideradas as observações acima.
Não são todos os laboratórios que fazem este tipo de teste, portanto informe-se com antecedência.

Planeta Bebê

sábado, 21 de abril de 2012

Endometriose

A Endometriose é uma doença que acomete as mulheres em idade fértil e que consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. O endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação, ou, na gravidez, o local onde o óvulo fecundado se acomoda.
Durante o ciclo menstrual, os hormônios, estrógeno e progesterona, estimulam o crescimento das células do endométrio para receber uma possível gestação. Se esta não ocorrer, haverá a eliminação deste tecido, sob a forma de sangramento, o chamado fluxo menstrual (menstruação).

Quando essas células se desenvolvem fora do útero também responderão aos hormônios. Como muitas vezes não existe a possibilidade da eliminação desse sangue, podemos ter como consequência as aderências. Essas prendem órgãos como trompas, ovários ou outros tecidos. Isso pode causar dor mensal e até infertilidade, se o ovo não puder entrar na tuba ou for bloqueado no seu caminho para o útero.

A Endometriose geralmente aparece na pelve, acomete os órgãos pélvicos, bem como intestino, bexiga, peritônio (membrana que reveste a parede abdominal e pélvica) e ligamentos de sustentação também podem ser envolvidos. Raramente áreas distantes como pulmão, fígado, cérebro ou locais de incisão também podem ser afetados. Outra forma de apresentação da doença é a adenomiose (endometriose dentro do músculo uterino, o chamado miométrio), que também pode causar sintomas semelhantes.
Algumas mulheres acometidas pela Endometriose não apresentam sintomas. Outras podem ter sintomas como:

• Sintomas similares à infecção do trato urinário sem ter infecção;
• Sangramento antes da menstruação;
• Cólicas menstruais cada vez piores, apesar do uso de medicamentos;
• Períodos menstruais irregulares e mais frequentes;
• Dor em baixo ventre durante ou antes da menstruação;
• Dor pélvica após exame ginecológico ou exercício;
• Dor na relação sexual;
• Infertilidade.

A ocorrência da Endometriose é mais comum em mulheres inférteis, adolescentes jovens com dor severa na menstruação, ou mulheres com história familiar de Endometriose. Ela aparece em 15% a 30% das mulheres que fizeram laparoscopia e em até 50% das adolescentes com cólica menstrual, que não respondem a pílulas para regularizar a menstruação.
Não se conhece ainda a causa da doença, mas existem várias teorias:

• Teoria da menstruação retrógrada
- contração dos músculos do útero, que pode provocar a saída do endométrio através das trompas, e chegando na cavidade abdominal ele começa a crescer;
• Teoria do sistema imune
- problema com o sistema imune que leva as células a se esconderem dentro dos tecidos e crescerem em locais além do útero;
• Teoria genética
- Algumas famílias possuem fatores que permitem crescimento de células anormais.

Infelizmente não há prevenção para a doença. O diagnóstico e tratamento precoce podem evitar a formação de aderências.
Na gravidez, o uso de pílula anticoncepcional e progesterona sintético parecem retardar o início e a progressão da doença.

O diagnóstico de certeza é através da cirurgia. Antes dela, o médico pode fazer um exame ginecológico para procurar algumas alterações no útero, nas tubas e nos ovários.
Outro sinal importante é a dor localizada que é referida durante o exame ginecológico. Através da laparoscopia podem ser vistas as células anormais no abdômen, ou a presença de aderências.

A doença pode não causar problema em longo prazo. Algumas mulheres com a Endometriose não sentem dores e não apresentam infertilidade. Quando há problemas, elas podem ter dor pélvica constante, aderência de intestinos levando a obstrução, dores na bexiga e no reto, infertilidade, infecção do peritônio causado pela ruptura do endometrioma, e lesões renais.

O tratamento precisa considerar o desejo da mulher em ter filhos, seus sintomas, a extensão da doença e a idade da mulher. Essa doença pode nunca ser curada ou eliminada, mas o crescimento pode ser diminuído e as aderências removidas para melhorar a fertilidade e os sintomas.

As opções de tratamento incluem:


Observação:
mulheres com poucos sintomas e que desejam engravidar podem apenas acompanhar a evolução da doença.

Controle da dor:
anti-inflamatórios, como ibuprofeno e acetaminofeno, que não alteram o curso da doença.

Hormônios:
pílulas anti-concepcionais e altas doses de progesterona podem ajudar no controle da doença. Análogo de GnRH inibem a produção de gonadotrofinas (hormônios) pela hipófise que, consequentemente, não estimulam o funcionamento dos ovários e impedem a ovulação. Devido à possibilidade de perda óssea, só pode ser usado por 6 meses.

Cirurgia:
o objetivo da cirurgia - laparoscopia ou laparotomia - é remover a Endometriose e aderências.

Os efeitos colaterais dependem do tipo de tratamento. Efeitos comuns no uso de hormônios em altas doses são: depressão, sangramento menstrual irregular, ganho de peso, dor de cabeça e oscilações de humor.

Questiona-se a recidiva da doença. Atualmente acha-se que uma cirurgia bem preparada e realizada por profissional experiente tem alta taxa de cura. Apesar do tratamento, a dor pélvica pode voltar e a fertilidade ser prejudicada. A boa notícia é que após a cirurgia, a gravidez ocorre em 75% naquelas com doença leve, 50% a 60% com doença moderada e 30% a 40% com doença severa.

Consultoria:
Dra. Ana Maria Massad Costa - Ginecologista e Obstetra

Fonte: Planeta Bebê

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Colesterol nas crianças


crianças a comer hamburgerO colesterol é um componente essencial das membranas celulares dos mamíferos e é sintetizado, na sua maioria, pelo próprio organismo. Apenas uma pequena parte deste é obtida através da dieta.
O colesterol também participa na fabricação da bílis que intervém na digestão das gorduras, é importante para o metabolismo de vitaminas como a A, D, E e a K, e ainda, é o principal precursor da síntese de vitamina D e de hormonas como o cortisol, a aldosterona, a progesterona, a testosterona e os estrogénios.
Estudos provam que uma dieta muito rica em colesterol aumenta consideravelmente o risco de destetoscópio e coraçãooenças cardiovasculares. O que se está a verificar hoje em dia é que este risco não é exclusivo dos adultos.
A tendência atual é para um aumento do número de crianças que possuem níveis elevados de colesterol.
Este facto é de tal maneira preocupante que se criaram novas recomendações para os profissionais de saúde, no sentido de se efetuar um rastreio regular em crianças, a partir dos 9 anos de idade. Este rastreio poderá justificar-se em crianças abaixo dos 9 anos de idade quando existe na sua história familiar, casos de patologia cardiovascular em idade precoce.bebê a mamar
É pois fundamental que os pais comecem, desde o nascimento, a implementar estratégias que previnam o risco dos seus filhos desenvolverem hipercolesterolemia (colesterol elevado).
A primeira forma de prevenção a aplicar é a prática do aleitamento materno, até aproximadamente um ano de idade. O leite materno contém substâncias anti oxibatatas fritasdantes que protegem os vasos sanguíneos da gordura que neles circula.
A ingestão reduzida de alimentos contendo ácidos gordos saturados tais como carnes vermelhas gordas, gemas de ovos, docriança a comer maçaces, batatas fritas, queijos, mariscos, etc., privilegiando alimentos ricos em ácidos gordos polinsaturados como a carne branca, salmão ou a sardinha, o uso de azeite em vez de óleo, além da ingestão de legumes e fruta crua que impedem a absorção de grande parte do colesterol pelo nosso organismo, é essencial para uma alimentação saudável e a obtenção de níveis adequados de colesterol, quer na criança quer no adulto.
Outra recomendação a introduzir é a prática de exercício físico regular

Fonte: Bebê atual